Viha

Hey. Brindo-vos hoje com possivelmente a saudação mais indiferente que conheço. O tipo que a inventou devia ser morto ao tiro. Bem… peço desculpa pela minha violência inicial, mas este será possivelmente o post mais agressivo que escreverei. Para mostrar a sua irreverência que é de tal ordem que nem me vou desculpar por ter estado meses sem dizer nada, irei começar por dar um mini tratado de paz ao nódoa válido até eu acabar de escrever este post. Eu avisei que não estava para brincadeiras.

Acho que este post não tem um grande tema definido além do óbvio facto que não estou muito feliz da vida. Não vos vou contar as minhas frustrações, não por não confiar em vocês, não há nada que eu goste mais do que partilhar com o mundo as minhas coisas pessoais, mas que os vossos computadores têm um limite de memória que imagino que não chegue ao petabyte. Pronto… ok… estou a exagerar, 200 teras chega. Mas enfim…

Neste momento estou semi-sentado numa cama a 4122 kilometros da minha cama, se quisermos evitar portagens, se não nos importarmos desce para uns agradáveis 3900 e tal que não me lembro a quanto, estou a ouvir música que tanto pode ser utilizada como cheer up music ou depress music (estou a usar a segunda) e estou cansado… genuinamente cansado. “Ah que sorte! Estás tão longe. Se estás cansado dorme. Blah blah”. Please don’t… tenho mais que fazer.

3 thoughts on “Viha

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