Esclarecimentos

Tic, tac, tic, tac, tic, tac… Sim eu sei… existe uma coisa chamada tempo e que quando se mete muito dela entre posts temos um blog vazio por muito tempo… Eu tenho uma desculpa e como não podia não ser, envolve culpar o pteles e o nódoa.

Então para abrir o post de hoje vou vos contar uma história de como nunca se deve confiar no que o pteles sugere porque: a) ele é ancel; b) ele é ancel; Bom, encontrei o pteles num centro comercial há uns dias. Aparentemente, estava a tentar fugir de casa para estudar ou algo do género. Para ser honesto quando ele disse estudar eu desligar por um bocado e estive a pensar em patos, mas infelizmente cometi o erro de voltar a atentar no que ele dizia. Depois de me falar de estudo e tal ele notou que eu, que me preparava para almoçar, carregava um tabuleiro com um prato de massa deliciosa… mmm… massa… Processada a imagem mental de eu com um tabuleiro na mão, o cérebro do pteles decidiu que estava na altura de partilhar alguma da sua nula sabedoria comigo. Então eu ouvi, em mais uma palestra do pteles, de como o prato ideal tinha de ter uma quantidade, que na altura me pareceu sensata, de queijo e tem de ter molho de queijo e queijo ralado por cima. “Meh… descrição fútil”, pensarão vocês… De facto é, mas mal sabia eu o terrível perigo que se aproximava de mim. Sim… eu fui extremamente estúpido… eu segui o conselho do pteles… Digamos que ainda me doí a barriga e ainda estou enjoado e já passaram várias horas desde que comi… bolas pteles…… au…

O segundo parágrafo servirá para honrar o título do post assim como fazer alguns reparos quanto a algumas teorias sobre o blog. Nomeadamente sobre o nódoa. Bom, a identidade do nódoa tem sido um mistério desde o início dos tempos. Se repararmos com atenção, a maior parte das pinturas rupestres nas grutas são vagas tentativas de desvendar o mistério. A própria Declaração da Independência inclui dois parágrafos que exploram o tema da origem do nódoa, embora em vão. Recentemente foi me apontada uma nova teoria. Há uma pessoa, e digo pessoa porque o sexo é indefinido… ainda não se sabe bem, que para efeitos logísticos vamos chamar de… Fraco. Esta pessoa… digamos que é… ancel… muito muito ancel… É difícil descrever, ninguém tem capacidades artísticas ou literárias para ilustrar este fenómeno… Bom, a teoria que me foi apontada é que o nódoa é o Fraco. Lamento ter que desacreditar essa teoria… mas na verdade ela é falsa. O nódoa não é bem uma pessoa. O nódoa é uma ideia, uma alegoria. Por exemplo, imaginemos… vá lá… uma pedra. E agora… vá lá… um elefante. Podemos usar a pedra como uma representação do elefante, ou seja, uma passagem de uma ideia concreta para um paralelo do abstrato. Assim, o nódoa representa toda a ancelice do mundo. Mas não é a ancelice do mundo. Agora, se me perguntarem, “de onde vem a ancelice do mundo?”, eu não hesito em apontar o Fraco como fonte maioritária… para cima de 99.99% da ancelice vem dai… Mas também é verdade o ditado popular que já a avozinha dizia: “Todos temos um pouco de ancel em nós. Estás magrinho… devias comer mais…”. OK, a última parte já foi divagação, mas still…

Bem, faltava-me um tema para este post… mas como já que o pteles se esqueceu do blog todos os temas são preciosos, vou dedicar todo o próximo post a ele. Até lá deixo-vos na agonia da espera… muahaha,

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s