O post com um tema interessante

Como tinha prometido, vou começar a publicar posts com mais conteúdo e que de facto signifiquem alguma coisa. Dou tanta importância a esta promessa que acredito que o texto que estou prestes a vos apresentar é plausível de ser publicado numa revista científica de alguma parte do Alentejo. Talvez até Alcafozes! O que provavelmente iria acontecer é que alguém me iria roubar o texto e publicá-lo como seu, coisa que é muito frequente acontecer com os posts do blog (cerca de 33.333% dos posts foram plagiados e colocados numa revista pornográfica. Curiosamente, esses posts foram mais lidos aqui do que na revista… porque será?).

O tema que irei desenvolver, ao contrário do socialmente expectável, não é um tema da atualidade (sim… vou começar a usar o novo acordo porque o meu dicionário do browser mudou e não consigo metê-lo sem acordo… se tiver queixas apaguem o blog do histórico como costumam fazer todas as semanas). Não tem SOPAs, nem PIPAs, nem caldos-verdes, nem piadas secas (bolas…), nem edps nem nada dessas coisas. Deixo esses temas ao critério dos novos políticos de bancada no Facebook. Hoje vou falar de vícios e de coisas chatas que nos estão sempre a acontecer.

Vícios… todos os temos. Alguns são moderados, como o meu leve medo de pijamas de flanela (têm quadrados e são estúpidos…), outros são exageradamente estúpidos, como o fascínio do nódoa por coisas opacas e escuras que chega por vezes ao sexual. Enfim, o que se conclui é que toda a gente tem vícios. «Sim… e depois?». Fogo pá… vocês são impacientes… Não vos vou maçar com a explicação científica para o desenvolvimento dos vícios, hoje, mas vou deixar a discussão em aberto visto que não me lembro de mais nenhuma parvoice e apetece me falar do segundo tema.

Imaginem a minha situação: um jovem atual, cultíssimo e elegantíssimo com um couro cabeludo de invejar. Agora imaginem-me no calor do ato da escrita, de pena erguida no ar, suspense a pairar no ar enquanto a minha mão desce fervorosamente sobre o papel desenhando pequenos rabiscos ornamentados com espaços e assentos, até que horrendamente escrevo uma atrocidade como “paços” (em vez de “passos”), “possessa-me” ou mais recentemente “chieldren”… Não… não sou estúpido ao ponto de não saber como se escrevem palavras cimples como as mencionadas, mas por vezes acontece que o meu cérebro desliga e por frações de segundo estou entregue ao nódoa. O que acontece nessa fração raramente é bom e entre palavras mal escritas, o ocasional murro na mesa (cliché? Sorry…) e um “4*4=8” num teste de Matemática aqui e ali, só posso estar grato de ainda não ter acordado numa valeta com uma garrafa de whisky numa mão e um bilhete para um concerto do Justin Bieber usado… Se tal acontecer, não estranhem a minha ausência permanente no blog, significa que…. vocês percebem.

Resta-me então, já que acabei por falar mais de como faço coisas estranhas do que temas interessantes (fica para a próxima), mostrar-vos o que faço nos meus tempos livres:

Sim, sou um tipo extremamente ancel, mas sempre sou melhor que o nódoa… Yay!

(Se quiserem adquirir o produto acima mostrado, têm aqui um link: clicka me, não tenho virus. Se alguém de facto carregar… ninguém carrega por isso não vou apostar nada.)

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