Dois mil e doze voltas

O primeiro post do ano é sempre um post importante. Porém, eu como sempre vou ignorar esta regra e começar mais um ano com um post… vá… chato.

Assim, vou vos relatar uma das muitíssimas reuniões que o staff do Prego na Parede tem (ou seja eu e o pteles a falarmos de coisas parvas). Eu então queixava-me do facto de que o blog não me permitia abordar certos temas (embora eu de vez em quando lhes toque levemente) pois não queria ferir suscetibilidades e sabendo que o número de leitores do blog já não é propriamente enorme temia que pudéssemos bater todos os records e chegar a leitores negativos. Visto isto, o pteles sugeriu-me que eu escrevesse algo extremamente racista e visto que não temos muita gente a ler, se ninguém se chateasse, continuava no futuro. Pteles, meu grandessíssimo palerma, sabes muito bem que (à parte do nódoa) seria incapaz de insultar quem quer que fosse… ancel. Por isso decidi ignorar o conselho dele e escrever algo mais… interessante…

Mas continuei a refletir no assunto e a coisa ficou na minha cabeça. Até me substituiu o pesadelo que tenho todas as noites sobre o pteles ser o dirigente absoluto do blog e o mundo acaba por causa de um buraco negro causado pelos números negativos de leitores, por um sonho onde eu me torno dirigente absoluto do blog e começo a escrever coisas… agressivas e o mundo acaba novamente devido a um buraco negro. Não me levem a mal, não quero insultar ninguém (exceto o nódoa… aquele ancel de primeira…). Mas gostava de poder ter o espaço para poder mandar vir com certas conceções da nossa sociedade sem magoar ninguém (coisa que faço regularmente, mas por este espaço ser um espaço sagrado para a ancelice, não o faço aqui).

Isto tudo para me levar aos desejos e mariquisses para 2012. Espero que 2012 seja um ano com 366 dias, que chova e faça Sol de vez em quando e que coisas aconteçam. Passando isto à frente e voltando ao que dizia atrás, gostava que em 2012 tivesse a coragem de debater temas mais ousados aqui no blog, com o humor e ancelice do costume, mas sempre com o intuito de divertir/fazer refletir a pessoa que teve o infortúnio de vir parar a este blog.

Finalmente quero vos também dar um conselho. Lembram-se da história do Raul, o padeiro do pteles no ano passado (se não… https://pregonaparede.wordpress.com/2010/12/31/um-post-sobre-a-passagem-de-ano/, mas fogo… já deviam ter visto… até o nódoa viu! Ok… para não parecer muito mal, ele viu, mas é ancel, por isso por não verem são só um bocadinho anceis). Hoje apetece-me fazer algo semelhante, mas ao meu estilo.

Imaginem a situação do Jeremias e das “meninas”. O Jeremias era um sapateiro modesto de Alcafozes que tinha tendências ninfomaníacas… Nada de especial hoje em dia. O Jeremias apesar de modesto, era muito conhecido em Alcafozes e dava-se particularmente com um tipo de nome Elvis Zé, que como devem imaginar era o maior garanhão do sítio, à semelhança de um dos escritores deste blog, cujo pseudónimo começa por “g”. Um dia o Elvis confessou ao Jeremias que de vez em quando visitava… certos locais não apropriados para menores de… não apropriados para ninguém. Seguindo um velho desejo de infância, o Jeremias mostrou interesse em acompanhá-lo numa dessas visitas, para ele próprio experimentar. Porém o Jeremias foi inseguro e teve medo de ser descoberto, por isso vacilou e ao tentar ao máximo para esconder a coisa acabou por não tirar partido da coisa. O Elvis, porém, apanhou uma grave desidratação e teve que ser hospitalizado por uns dias, mas no fim ficou tudo bem.

Passados alguns dias o Jeremias acidentalmente revelou que tinha ido sair com o Elvis no fatídico dia. No final toda a gente ficou a saber do lado perverso do “modesto” sapateiro, mas a jornada do Elvis ficou oculta. Assim, o Jeremias tornou-se num “outcast” social por uma coisa que por acaso praticamente todos faziam.

A lição a retirar é simples (e não é estúpida! Como costuma ser): Se querem realmente uma coisa e sabem que a querem, não se envergonhem dela e não vacilem. Agarrem-na e não se esqueçam que provavelmente não vão viver muito tempo, agora com a imundice toda no mundo ainda pior, e por isso não devem deixar por fazer coisas que vos interessam. Mas reflitam bem no que vão fazer, porque todas as ações têm consequências e façam o que é bom para vocês mas que não prejudica os outros.

E é assim que começo mais um ano de ancelices e posts («oh…»), com um argumento parvo, mas que não me apetece desenvolver muito mais porque sei que têm coisas para fazer e eu não. Adeus.

“Dinge in Deutsch scheinen immer kühler als sie tatsächlich sind.”, GangsterVeggies + Google Translator

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