Mais um post de lamentos, vida e outras mariquices do gv…

Peço desculpa por quebrar a vossa felicidade, aposto que nos vossos mini-calendários já tinham escrito: “12 dias sem que o chato do GV me estragasse o dia”. Bom, esse dia chegou.

Ultimamente tenho pensado muito na vida. Eu sei que esta é uma frase cliché, que muito provavelmente o Justin Bieber vai usar quando escrever as crónicas da sua vida (que o pteles aguarda desde há muito tempo…), mas a verdade é essa. Mas não tem sido daquele tipo de pensamento onde a decisão que tenho de tomar é: “Com ou sem Ketchup? Bolas! A vida é tão complicada!… Um dó li tá…”, não. Já para não falar das: “Com ou sem silenciador? Bolas! A vida é tão complicada!… Um dó li tá…”. Risquem essa última. As últimas que me vêm à cabeça são mais do género: “Sou isto ou aquilo? Bolas… a vida é tão complicada………….”. A verdade é que cheguei a um ponto onde as decisões que tomo são para a vida. Sim, se pedir com ketchup e me arrepender, posso sempre pedir outro, mas aqui não. Não há uma segunda chance. Ou como o raio do ketchup ou passo fome… Não me sinto muito feliz com a ideia de não comer…

Admito que as minhas ultimas reflexões têm sido muito centradas em mim. Não me idolatro, apenas tenho uma estátua de ouro de mim na minha cozinha a quem rezo umas preces antes do lanche («Lá vem este tipo com a comida outra vez… Porra tenho fome!»), como qualquer pessoa que se preze… Mas quem sou eu no meio de biliões mais (quase 7!)? Que partido é que eu sou que não possa ser substituído por outro? O que me fará especial? Certamente não serão as habilidades de escrita, nem tão pouco a beleza (embora o pteles não tenha nada contra esse campo, estranhamente). Então o que será? Sim, todos somos especiais e tal… somos todos diferentes e iguais blah,blah… Mas fogo!, que diferenças são essas que no meio de 7 biliões são notáveis?!

Não peço que me ensinem a viver. Essa é uma lição que tenho aprendido desde que passei aquele Verão com a Svetlana, a russa do campo de férias. Ah… o Verão… O que peço, é que me digam se o ketchup vale alguma coisa ou se devia preferir a maionese… Mas quando pergunto às pessoas elas dizem-me: «Fonix, é só um hamburger…».

Claramente não conheço muitos apreciadores de hamburgers , exceptuando eu e o pteles, mas pelos nossos últimos posts somos um apreciadores muito fraquinhos. Além disso, são lame o suficiente para ainda usarem a expressão “Fonix” que já está fora de moda há tipo 5 anos (isto segundo o jornal “Tendências de um adolescente – Crónicas do Bieber”).

Para acabar com esta verborreia de metáforas (que segundo a minha professora de português se chama “imagem”), pergunto-me como se sentiu Jesus ao decidir entre o Ketchup e a Maionese… Infelizmente na altura não existia nem ketchup nem maionese, por isso os hamburgers eram simples…

Bom, de volta à “selva oscura” dos meus pensamentos eu vou.

Valete, frates.

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