Gangsterveggies – A história

Esta semana é apenas mais uma semana, apenas mais uma sexta-feira em que faço o meu fútil post semanal. Porém, como já foi discutido inúmeras vezes, a minha história de vida permanece obscura. Assim, e visto que o Steve Jobs infelizmente faleceu, o que despertou uma vaga de sentimentalismo no mundo, vou vos iluminar com a minha vaga de sentimentalismo. Assim, o post de hoje é dedicado a mim. Yay! Mim! Quem não gostar de mim, simplesmente apague o blog do histórico (Estou a brincar! Não façam isso! Perdíamos 99% dos leitores!).

GV – A história de um palerma qualquer que foi egocêntrico ao ponto de escrever a própria história:

Nascido em data desconhecida, acredita-se que esta personagem tenha nascido de uma fusão do diabo com um anjo marreta. O local ainda está por apurar, mas acredita-se que foi algures entre Souto da Velha e Alcafozes. Laureado com 3 prémios Nobel, incluindo o da ancelice, é muitas vezes comparado ao nódoa pelo facto de escrever posts fraquinhos num blog espectacular. Aos sete anos descobriu a cura para a SIDA, infelizmente, não sabia o que era a SIDA e acabou por se esquecer.

Gangsterveggies é um persona dos dias de hoje. Salva o mundo às terças-feiras e de vez em quando joga no Real-Madrid sob o falso nome de “Cristiano Ronaldo”. Além disso, possui três empregos diferentes, dois deles desconhece, o terceiro não faz muito sentido.

“Escrever é como colocar palavras com um sentido e ordem numa folha”, disse uma vez com alguma ironia. “Só sei que nada sei” disse numa outra ocasião, embora se acredite que não foi o autor original da frase.

Na sua vida pessoal aprecia um bom livro, desde que tenha imagens grandes, e gosta de comer enquanto vê a bola. É um fã assumido de candeeiros com formas engraçadas, possuindo uma vasta colecção de apenas um.

A opinião sobre ele é bem definida. Perguntou-se a um conceituado jornalista a sua sobre este jovem inovador: “Gangsterveggies? Isso é uma marca de roupa ou assim?”. Mas a opinião mais clássica sobre ele vem de um crítico francês, paneloux, que referiu: “Quoi? Que chamaste à minha mãe, pá?!!”.

Inovador, engraçado, bonito, ancel, gordo. São alguns dos termos que encontramos se os pesquisarmos no google. Por outro lado, os últimos dois oferecem uma descrição quase perfeita de Gangsterveggies.

Actualmente, vive num barracão perto de uma estação de comboios. Incompreendido, abandona o seu posto todos os dias voltando apenas com uma garrafa de vinho e três castanhas assadas. A sua última frase foi: “Desapareçam daqui! Deixem-me em paz!”, tendo posteriormente iniciado um sóbrio e soberbo choro de saudade. Saudade do passado e do futuro. Gangsterveggies, permanecerás em algum sítio.

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