O post dos gostos sedimentados

Olá amigos, amigas, e pessoas que não gostam particularmente de mim! Decidi que o meu período de anti-blog acabou. Decidi voltar a partilhar toda a minha supra-sapiência convosco.

Hoje o assunto que vou tratar é sobre os gostos pessoais de cada um, seja musical, artístico, amoroso, sexual ou o quer que seja.

Somos todos diferentes. Ou pelo menos devíamos ser. Infelizmente a nossa sociedade é hoje feita de “clones” que nomeiam um modelo – o Deus deles – e fazem uma réplica quase perfeita desse modelo. Ele usa roupa da Lacoste, nós usamos roupa da Lacoste. Ele usa roupa da feira, nós usamos roupa da feira. Ele usa brinco no mamilo esquerdo, nós usamos brinco no mamilo esquerdo. E se alguém ou porque quer ser diferente ou porque é muito burro e ao ver o seu modelo à frente e troca a esquerda com a direita e faz um brinco no mamilo direito, é posto de parte pela sociedade uniformitarista.

Não gosto. E não gosto porquê? Na verdade não sou a melhor pessoa para responder, já que nunca me integrei muito nessa coisa da personalidade única. Nunca segui modas. Rapazes com lenços? Não é para mim. Tecktonik ou techtonich ou tequetónique ou como aquela dança estranha se chama? Não para mim não. Música pop com um beat do tipo #punts punts punts#? Desgosto.

Mas será que posso simplesmente pegar na minha ideia de que não gosto e começar a dizer às pessoas coisas do tipo: “Gostas de Rihanna? Eu não, por isso és um atrasado mental”, sem nunca se quer ter ouvido. Acho, de facto importante, experimentarmos aquilo que pensamos não gostar, para que depois possamos criticar.

No meu caso, com um gosto musical bastante próprio, afirmei que não gostava de Rihanna, sem saber. MAS, não insultei ninguém (por agora… hehe). Depois decidi ouvir. Ouvi um bocadi… não gostei. Outra. Ouvi mais um boca… não gostei. Desisti. Aquilo não presta mesmo. Agora passei à parte de constatar perante toda a gente que gosta de Rihanna que têm um sério problema a nível do sistema auditivo.

E é assim que um gosto se sedimenta. NUNCA acreditem que algo não é bom só por alguém ter digo que é bom (ou mau). Sem a experiência, nunca saberão.

One thought on “O post dos gostos sedimentados

  1. Pingback: O post que lévantou poé-erá | Prego na Parede

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