CA – Cabeleireiros Anónimos, lda

Como qualquer blog que se preze, nós temos uma “imagem de marca”. Como já poderam reparar, o caracol existente no topo do nosso título não está só a enfeitar. Assim, hoje o post é sobre caracóis!

Bom, orgulhamo-nos de narram os nossos feitos cabeleiristicos, já que eu e o pteles possuímos uma grande envergadura de… caracóis… (a maior parte do tempo). E antes que isto se torne numa aula de português de “Frei Luís de Sousa” (já agora, muito obrigado por nos compararem ao “Frei”. Pessoalmente sinto-me lisonjeado. Quanto ao pteles ele pergunta: “Quem é esse tipo?!”), vou progredir o meu discurso.

Como sabem (ou pelo menos devem saber. Se não… bolas! Leiam mais posts!), antes de uma calma ida ao cabeleireiro o cabelo do comum escritor do Prego na Parede (assumindo que isto é escrever…) tem um aspecto de cabelo “caracolado”. Algo ilustrado pela figura 1:

Figura 1: Um conjunto de caracóis

Porém, após uma ida ao cabeleireiro, a chacina torna-se evidente:

Figura 2: Monte de caracóis que faleceram.

Fico chateado após tal matança sedenta de sangue. Pois… é normal. Mas claro que não o digo! Como sabem: nunca insultar um homem com uma navalha na mão (ou no nosso caso: nunca insultar uma mulher com um lima unhas na mão: podem incorrer no risco de ficarem com uma queimadura leve no braço…). E é por isso que não me expresso quanto a este tema (se a minha cabeleireira descobre, vem cá a casa e corta-me a jugular… e a do pteles ainda pior! Corta-lhe outra jugular…).

Para terminar em beleza vêm os produtos desta reacção química (cuja única química são as lágrimas libertadas pelos caracóis que vêm a sua família assassinada), ou seja, o monte. De quê? De cabelo. Eu sempre imaginei que aquele monte de cabelo um dia ganharia vida e se vingaria contra mim… isto é, cortava-me a mim…

Ah! Agora vem o coup-de-grâce (não sei como se escreve, “I don’t care, he can…”). Pois, não pensavam que eu ia dedicar um post inteiro deste precioso blog só para falar de cabelo em vão! Primeiro que tudo, deixem-me contextualizar-vos: tudo isto partiu de uma aposta importantíssima, ou seja, uma aposta parva (que é uma aposta em que quem perde não perde nada, mas preferia morrer a perder). Basicamente, quem cortasse o cabelo mais curto ganhava… ou outra coisa do género. Isto resultou num acontecimento engraçado: o pteles cortou o cabelo (ainda estou à espera dum post sobre o assunto, tenho a certeza que será o melhor post de ti desde o início de Fevereiro, mas especificamente 13 de Janeiro, que não é bem início de nada, mas não quero saber), para mais informações verificar figuras 1 e 2. Isto inspirou-me. Primeiro, porque ele se parece com o Justin Bieber (bom, não parece, mas a mim faz me lembrar o tipo). Segundo, porque dá-me uma ligeira vontade de rir sempre que o vejo. Terceiro e último, porque tudo é uma boa razão para gozar com ele (o nada também, mas fica para depois). Assim, decidi criar:

Lista de coisas que podíamos por no cabelo do pteles e que agora não podemos:

– Um telemóvel Nexus S;

– Um iPad;

– Dois guaxinins;

– Um camião-tire carregado com pianos;

– 3 moléculas de H2;

– Uma pinha;

E, Lista de coisas que não podíamos por no cabelo do pteles e que ainda não podemos por:

– A Terra (por agora-_-);

– Um CD com uma música de jeito do Tony Carreira;

– A ancelice do Nódoa;

– Uma panqueca;

– O Facebook (porque aleija nas costas);

Bom, devem estar a pensar porque raio estou a gozar com o pteles quando podia muito bem troçar do Nódoa. Dica: Temos tempo… Muahahahahahah…

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s