O posta da azeitona (Ponto final)

Olá caros leitores.
Começo por razões explicadas no post anterior, este é o último post do blog.

Por esta razão queria fazer uma conclusão épica, uma verdadeira obra de arte, algo que ficasse na vossa memória para todo o sempre. O verdadeiro ex libris do Prego na Parede. Mas não vou fazer porque isso é chato. De qualquer forma vou tentar fazer algo que muitos dos nossos leitores (falo em termos percentuais, já que muitos dos nossos leitores continuam a ser poucas pessoas…) sempre se questionaram:

AFINAL, QUEM É O NÓDOA?!

Hoje, o segredo mais bem guardado do blog será revelado. Finalmente será revelada a identidade deste ancel.

Tudo começou à muito muito tempo atrás, no tempo em que a Babilónia foi erguida, e junto desta toda uma cultura… Mas avancemos uns anos na história da humanidade. Sim, a Babilónia tem um propósito no resto da história. Portanto chegámos à remarcável date de… anteontem à noite em que eu e uns amigos passámos por uma banca de farturas. Queríamos 5 farturas. Os preços eram 1 por um euro, 6 por cinco euros. Para os mais anceis, esta parte da história pode parecer um bocado complicada, mas apesar de só querermos 5, pedimos 6. Claro que quando tínhamos fome, 6 pareciam ainda melhor que 5, mas depois de cada um comer o seu bastão de massa, óleo, açúcar e canela nem podia olhar mais para aquele que sobrava. Nomeámo-la fartura do povo. Sempre que alguém passava por nós recebia um pouco. Até que passaram 4 rapazes por nós com um aspecto simpático, não fosse o facto de terem o aspecto de quem nos ia roubar a fartura se nós não lhes tivéssemos oferecido primeiro. Eu transportava a fartura do povo quando lhes ofereci, pelo que eles engraçaram logo comigo. Perguntaram-me duma forma quase ameaçadora se eu era do Sporting Clube do Coiso (sim, Sporting Clube do Coiso), e eu fui sincero, afinal tinha-lhes oferecido comida, e é sabido que um homem respeita aquele que lhe enche a pança. Disse-lhes que não era o meu primeiro clube, mas que como a cidade do era uma cidade importante para mim, que o Sporting Clube do Coiso era um clube que eu até gostava (e não estava a mentir). Aliás, hoje, o meu terceiro clube da liga portuguesa é Cenas Futebol Clube (aqui é que deveria ter ficado calado. Percebi que eles não gostavam do Cenas, apesar do Coiso estar num campeonato inferior). O mais alto, que parecia ser o líder da trupe, ao qual eu chamei Casillas do Sporting Clube do Coiso, perguntou-me ainda se o tinha visto naquele canal da televisão, porque o seu clube tinha tido direito a uma transmissão televisiva durante o Verão. A conversa culminou com um abraço e a exibição da sua tatuagem no braço a dizer “Coiso”.

Onde é que eu quero chegar com esta história: Eu nunca me referi a uma personagem concreta. O Sporting Clube do Coiso é apenas a representação de algo, sem que tenha de estar a apontar o dedo indicador da mão direita para um clube particular. O mesmo se passa com o Casillas e o Cenas.

Já devem ter percebido, o nódoa não é ninguém concretamente, mas é um pouco de todos os anceis que existem no mundo. Já ouvi diversas teorias sobre o nódoa ao longo dos anos. Sim, o nódoa é o Alberto, o nódoa é o Betinho, é o Constantino e o Damião, o Eduardo, o Faustino, o Gonzalez e o Heitor. É o Igor, é o Jordão e o Luís Miguel, o Nené e o Orlando. O Paulino, o Quim e o Redondo. É o Serôdio e o Ted, o Ubaldo, o Vitorino, o Xavier e como não poderia deixar de ser o Zé.

Mas pensavam que a Babilónia tinha ficado esquecida? Eu rotomo: A Babilónia foi erguida, e junto desta toda uma cultura, pelo que os registos de acontecimentos começou a fazer parte do quotidiano. A conta a lenda que o nódoa, o primeiro, figura espiritual de todos os anceis era um homem que habitava estas terras. Como o povo sabia que perto dele os desastres aconteciam naturalmente, esta massa recusava todo e qualquer convite deste ancel com uma lenga-lenga “Procure quem é como o senhor”. Essa lenga-lenga deu-lhe o nome hebraico “Quem é como o senhor”, que originou o nome Michel, particularmente nas línguas latinas.
Agora com isto explicado, quero só despedir-me com uma grande:

Azeitona

Mousse de Maracujá

É irónico que este post será o primeiro post realmente sério porque também será o último. É com alguma pena, mas com plena confiança, que, comparticipado pelo pteles, anuncio o fim de uma era, de um período de tempo e de um símbolo que é o Prego na Parede. Peço desculpa de utilizar termos tão exagerados, mas para nós o Prego na Parede foi mais que um blog e significou muito, mas também sabemos quando as coisas devem acabar e é assim que encerramos esta época.

As razões pelas quais o fazemos foram bem pensadas. Sentimos que o blog representa uma parte das nossas vidas que, embora tenha sido muito positiva e agradável está acabar, consequência do tempo. Por isso sentimos que devemos deixar este blog carregar esta marca e este símbolo para sempre.

Pedimos desculpa por ultimamente termos estado bastante ausentes, algo que foi crescendo com o tempo graças à mudança que acima referi. Sinto-me por isso na obrigação de partilhar algumas coisas com os leitores que de alguma maneira nos acompanharam.

Antes de mais quero (e eu sei que isto é bastante cliché) agradecer a todos aqueles que dedicaram nem que seja um segundo para assistirem às parvoíces que fomos escrevendo. É com esses que quero partilhar só um pouco de estatística que resuma o Prego:

O Prego na Parede estendeu-se por 2 anos e 2 meses, tendo começado a 28 de Junho de 2010 e terminado hoje, 15 de Agosto de 2012. Durante esse tempo escreveram-se 140 posts, comentados 179 vezes para um total de 7,002 visitas. Tivemos posts vistos em bastantes partes do mundo e posts escritos em pelo menos 2 continentes diferentes. O dia com mais visitas foi 23 de Agosto de 2010, com 166 visitas.

Finalmente, quero só fechar com um comentário sobre o blog. Acho honestamente que o Prego foi um bom blog e apesar de posts maus e outros menos trabalhados conseguimos ter um pequeno arsenal de posts que valem a pena ler e que acho que têm bastante valor. Não tínhamos nenhum objetivo concreto quando começámos, mas nunca pensámos que íamos chegar a este ponto, onde 2 anos depois nos despedimos assim. De tudo o que produzimos, gostava também de dizer que o melhor post na minha opinião foi este: O post das explicações (fictícias) sobre como a mãe ovelha troca a sua cria por um ipod touch. E ele representa muito bem o que foi o blog, porque este post fala de um dia que eu me lembro muito bem e que foi um dia muito agradável que eu espero recordar para sempre.

Termino assim a minha participação neste blog com um título que não podia representar melhor a aleatoriedade dele e acho que não podia acabar com uma frase que não: O nódoa é ancel!

Viha

Hey. Brindo-vos hoje com possivelmente a saudação mais indiferente que conheço. O tipo que a inventou devia ser morto ao tiro. Bem… peço desculpa pela minha violência inicial, mas este será possivelmente o post mais agressivo que escreverei. Para mostrar a sua irreverência que é de tal ordem que nem me vou desculpar por ter estado meses sem dizer nada, irei começar por dar um mini tratado de paz ao nódoa válido até eu acabar de escrever este post. Eu avisei que não estava para brincadeiras.

Acho que este post não tem um grande tema definido além do óbvio facto que não estou muito feliz da vida. Não vos vou contar as minhas frustrações, não por não confiar em vocês, não há nada que eu goste mais do que partilhar com o mundo as minhas coisas pessoais, mas que os vossos computadores têm um limite de memória que imagino que não chegue ao petabyte. Pronto… ok… estou a exagerar, 200 teras chega. Mas enfim…

Neste momento estou semi-sentado numa cama a 4122 kilometros da minha cama, se quisermos evitar portagens, se não nos importarmos desce para uns agradáveis 3900 e tal que não me lembro a quanto, estou a ouvir música que tanto pode ser utilizada como cheer up music ou depress music (estou a usar a segunda) e estou cansado… genuinamente cansado. “Ah que sorte! Estás tão longe. Se estás cansado dorme. Blah blah”. Please don’t… tenho mais que fazer.

Reflexão sobre as férias

Finalmente de férias!

Na verdade, não estou muito feliz por estar de férias. Admito que as férias sejam importantes, mas mais do que duas semanas de férias e fico zangado. É a altura do ano em que me sinto menos produtivo. Tento convencer-me de que consigo alterar esse fado, mas de férias irei deitar-me tarde, acordar tarde e perder dias e dias sem fazer nada de útil.

Por tudo isto decidi fazer uma mudança na minha vida: vou começar a acordar cedo de modo a aproveitar melhor a minha conta do World Of Warcraft.

Esclarecimentos

Tic, tac, tic, tac, tic, tac… Sim eu sei… existe uma coisa chamada tempo e que quando se mete muito dela entre posts temos um blog vazio por muito tempo… Eu tenho uma desculpa e como não podia não ser, envolve culpar o pteles e o nódoa.

Então para abrir o post de hoje vou vos contar uma história de como nunca se deve confiar no que o pteles sugere porque: a) ele é ancel; b) ele é ancel; Bom, encontrei o pteles num centro comercial há uns dias. Aparentemente, estava a tentar fugir de casa para estudar ou algo do género. Para ser honesto quando ele disse estudar eu desligar por um bocado e estive a pensar em patos, mas infelizmente cometi o erro de voltar a atentar no que ele dizia. Depois de me falar de estudo e tal ele notou que eu, que me preparava para almoçar, carregava um tabuleiro com um prato de massa deliciosa… mmm… massa… Processada a imagem mental de eu com um tabuleiro na mão, o cérebro do pteles decidiu que estava na altura de partilhar alguma da sua nula sabedoria comigo. Então eu ouvi, em mais uma palestra do pteles, de como o prato ideal tinha de ter uma quantidade, que na altura me pareceu sensata, de queijo e tem de ter molho de queijo e queijo ralado por cima. “Meh… descrição fútil”, pensarão vocês… De facto é, mas mal sabia eu o terrível perigo que se aproximava de mim. Sim… eu fui extremamente estúpido… eu segui o conselho do pteles… Digamos que ainda me doí a barriga e ainda estou enjoado e já passaram várias horas desde que comi… bolas pteles…… au…

O segundo parágrafo servirá para honrar o título do post assim como fazer alguns reparos quanto a algumas teorias sobre o blog. Nomeadamente sobre o nódoa. Bom, a identidade do nódoa tem sido um mistério desde o início dos tempos. Se repararmos com atenção, a maior parte das pinturas rupestres nas grutas são vagas tentativas de desvendar o mistério. A própria Declaração da Independência inclui dois parágrafos que exploram o tema da origem do nódoa, embora em vão. Recentemente foi me apontada uma nova teoria. Há uma pessoa, e digo pessoa porque o sexo é indefinido… ainda não se sabe bem, que para efeitos logísticos vamos chamar de… Fraco. Esta pessoa… digamos que é… ancel… muito muito ancel… É difícil descrever, ninguém tem capacidades artísticas ou literárias para ilustrar este fenómeno… Bom, a teoria que me foi apontada é que o nódoa é o Fraco. Lamento ter que desacreditar essa teoria… mas na verdade ela é falsa. O nódoa não é bem uma pessoa. O nódoa é uma ideia, uma alegoria. Por exemplo, imaginemos… vá lá… uma pedra. E agora… vá lá… um elefante. Podemos usar a pedra como uma representação do elefante, ou seja, uma passagem de uma ideia concreta para um paralelo do abstrato. Assim, o nódoa representa toda a ancelice do mundo. Mas não é a ancelice do mundo. Agora, se me perguntarem, “de onde vem a ancelice do mundo?”, eu não hesito em apontar o Fraco como fonte maioritária… para cima de 99.99% da ancelice vem dai… Mas também é verdade o ditado popular que já a avozinha dizia: “Todos temos um pouco de ancel em nós. Estás magrinho… devias comer mais…”. OK, a última parte já foi divagação, mas still…

Bem, faltava-me um tema para este post… mas como já que o pteles se esqueceu do blog todos os temas são preciosos, vou dedicar todo o próximo post a ele. Até lá deixo-vos na agonia da espera… muahaha,

Retrospetiva da minha Vida

Retrospetiva da minha vida… Repito o título do post, coisa pouco usual e que acho que nunca feita aqui, não para dar ênfase à coisa nem para fazê-lo ecoar nas vossas mentes. Simplesmente porque a barrinha do título não tem “spell check” e eu nunca escrevi retrospetiva na vida… Agora já sei.

Decidi escrever este post, cujo título não engana ninguém, porque me pediram para escrever um post hoje (Fire…), ou melhor, ameaçaram-me para fazer um post hoje e eu fiquei a pensar sobre o que fazer. Pensei em introduzir uma nova linha de sapatos para elefantes, pensei em escrever uma música em tuvanês até que o título embateu na minha cabeça como dois carros com pessoas a falar ao telemóvel: retrospetiva! Por agora muitos dos leitores devem estar a matutar sobre as razões que me levaram a pensar em tal palavra que só é usada por publicitários e idosos a jogar Bridge, e muitos já devem estar a pensar em telefonar para um hospital qualquer de psiquiatria, mas calma ai com os dedos. Eu tenho uma razão.

Bom, sou um jovem… vá lá… jovial, estou no pico de alguma característica física qualquer (espero que não seja a beleza senão vou morrer muito muito sozinho) e estou numa fase de findar um capítulo na minha vida: o capítulo do “arruma o teu quarto ou juro que te enfio este chinelo pela goela”. Considerando a frase e em retrospetiva (bolas… agora ficou me na cabeça… bolas bolas bolas) por ser só a goela já não é mau… podia ser muito pior. Still, não é confortável possuir um pedaço de pano industrial fabricado na Indonésia enfiado nas nossas entranhas. Mas o importante a reter é que estou prestes a ver me livre da tirania da chanata têxtil. Por um lado é engraçado, significa liberdade, escolha mais eficiente sobre o que quero fazer, que as 4 da manhã são uma hora como as outras.. Por outro lado… espera… não… não há outro lado… é simplesmente awesome e pronto.

Decidi fazer este post para me obrigar a pensar no que já fiz na vida (not much really…) e pensar sobre como as coisas vão mudar e as pessoas vão mudar e tudo vai mudar. Discurso derrotista e clichê, eu sei.. Já vi tanta gente a dizer coisas semelhante e a chorar e a abraçar outras pessoas e a prosseguir a atos obscenos a seguir… risquem o último…  Mas hoje deu-me para isto talvez porque estando aqui há menos probabilidade de ser visto e lido do que se o gritar na rua (O blog continua fraquinho eu sei…). Há outras razões, que têm a ver com outras coisas que é melhor poupar-vos porque são meio boring, mas para preservar a minha reputação de “não larilas” vou ficar por aqui.

Vou deixar-vos hoje com uma mensagem útil (ahah… útil e blog são antónimos… ahah): não se esqueçam do que já viveram. Se não for muito bom, podem usá-lo para gozar com o antigo “vocês”. Adoro gozar com o meu antigo “eu”. E espancá-lo. E espancá-lo outra vez. E roubar-lhe o dinheiro e gozar com ele outra vez. Se for bom, é uma maneira de se lembrarem como já foram “felizes”. Se forem felizes agora… gozem comigo…

Ladies

Não é segredo nenhum que qualquer pessoa que se associe remotamente ao blog tem pouco sucesso com o lado feminino (se a pessoa for ela própria do sexo feminino o efeito é o contrário). Sim, o pteles tem uma namorada e tal, mas mantenho o meu argumento graças a dois factos: 1. Ele é Ancel; 2. Ancel ele é. Por exemplo o nódoa apenas tem uma teoria sobre o que de facto é uma rapariga que é maioritariamente baseada em si (pois “rapariga” e sinónimos são termos normalmente apelidados ao nódoa). Mas enfim, não estarei a introduzir nenhum tópico novo se eu próprio me incluir no grupo de, como me costumam dizer, “socially awkward”.

Na verdade não é bem assim. Ou melhor depende. Aceito que não haja um largo conjunto de raparigas que depois de ouvir algo do género: “A lei de Gauss torna-se trivial em corpos regulares se aplicarmos o teorema de Stokes” (e sim, percebo a ironia de dizer que a lei de Gauss se “torna” trivial quando ela simplesmente o é); olhe para mim e não considere uma das seguintes opções: fugir; iniciar um confronto físico violento (do qual saio claramente em desvantagem); ou finalmente recorrer de um telemóvel para avisar as autoridades locais. O leitor atento (ah… atento…) reparou com certeza que eu utilizei o termo “um largo” para me referir ao conjunto de raparigas. E sim, a lógica clássica obriga a concluir que nesse caso existe um conjunto que não considere uma das três opções. Excluindo as que utilizam métodos mais extremos, ficamos com um pequeno conjunto de moças que depois de ouvirem a tal expressão são capazes de continuar uma conversa sem violência.

Admito que, devido à eventualidade do tempo que passei a respirar, possuo um número de raparigas que se podem considerar de “amigas” (não emprego as aspas por ironia, simplesmente para dar ênfase ao termo. “Amigas” não se sintam ofendidas!). Desse número, algumas (dispenso especificações) revelaram uma importância acrescida no meu decorrer temporal, mas apenas duas, duas só (não significa que as outras, como já disse, não tenham essa importância acrescida) conseguem de facto incluir-se no conjunto que mencionei a cima. Para poupar as identidades delas (ninguém quer ser associado ao blog pelas razões acima descritas…) vamos apenas atribuir-lhes os nomes fictícios de “Padmé” e “Fire”. Não me perguntem porquê… se eu vos dissesse violava a regra que estabeleci…

Não vou falar muito mais delas (hoje) porque estou cansado e tenho medo que elas depois me batam (as duas conseguem facilmente ganhar-me num confronto físico…). Mas introduzo assim duas novas personagens que posso (e vou) desenvolver no futuro… eheheh.